domingo, 22 de janeiro de 2017

Tebas, hoje Luxor

No início do dia passamos por uma eclusa,  que faz parte da navegação por diferentes níveis de água num Rio. Vendedores ambulantes da eclusa: pequeno barco a remo que se emparelhou   com o navio e o vendedor ficou jogando panos e toalhas com motivos egípcios pra dentro do navio por 5 dólares. Tinha hora que nem víamos mais o barquinho, e aí reaparecia.





Seguimos então para a fantástica Luxor.
Templo de Karnak e Luxor. Imensos e belíssimos. Eu queria poder tocar numa construção desta e ver a vida da época rolando. O povo vindo trazer as oferendas, os sacerdotes se lavando na piscina, as festas onde as barcas saem em procissão carregadas pelos sacerdotes. Músicas,  danças,  martelar de ferramentas esculpido um pouco mais ainda para imortalizar outro faraó. Cheiro dos incensos de papiro, lótus, olibano... Cores... o Nilo já não é o mesmo, os hipopótamos e jacarés não mais, a palavra na boca das pessoas não sai com a mesma cadência,  mas o sol... Rá, ainda reina único.




Ver minha filha vibrando com as histórias e construindo seu valorar de maneira tão rica me deixa muito orgulhosa.
As imagens de Amon Rá estavam pintadas de azul, como Krisna. Aliás está profusão de fés cada vez mais costura no meu entender o papiro original de todas as crenças. As diferenças se mesclam numa unidade.





Visitamos uma Perfumaria egípcia. Ganhamos chás,  Ágata recebeu massagem e até ganhou um frasco lindo pra colocar as essências que compramos. Bem junta um egípcio que já é um bom vendedor de nascença e a Ágata que pirou nos perfumes de Nefertari. Já viu.

Show de luz e som em Karnak e no navio dança do ventre e outra dança realizada por um homem girando com uma saia com luzinhas. Maravilha!

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